Durante o congresso WCIT, ocorrido em Brasília e encerrado hoje, assisti  a vários painéis interessantes, entre eles “Saúde e TIC“, com apresentações estimulantes.

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As fronteiras da saúde estão sendo redefinidadas pelas tecnologias TIC e o inimaginável está se tornando indispensável“, como disse a cientista Dra. Joan Dzenowagis,  do departamento de conhecimento, ética e pesquisa em saúde eletrônica (eHealth) da WHO – World Health Organization, Genebra.

TeleConsulta, TelePsiquiatria, Armazenamento e Transmissão de imagens em alta definição, Acesso a registros médicos, Laboratórios virtuais, Colaboração Audiovisual, Cirurgia Digital, Assistência de Segunda Opinião e Audiovisual Educacional são alguns cenários que estão definitivamente ligados à Telemedicina.

Especialmente a apresentação do professor Paulo Lopes, “The Global State of Health Care and the impact of ICT“, que mostrou como a TIC tem ajudado a saúde no Brasil, foi bastante pertinente, mostrando que além de aplicativos especiais, equipamentos e protocolos de comunicação, é preciso, antes de tudo, vontade política e recursos humanos.

A questão eHealth possui especial sinergia com a Rhox, uma vez que escolhemos a rede interna de dados, áudio e vídeo como nosso ambiente de trabalho, não só para edificações dedicadas à saúde, mas especialmente a essas. A rede interna é, atualmente, um ponto crítico no funcionamento de grandes hospitais, uma vez que eles possuem várias salas de cirurgia, auditórios, salas de aula, etc, que precisam transmitir e receber informações, principalmente imagens e vídeos em alta definição.

Em conversa com o Dr. Paulo, após sua apresentação, identificamos que a rede interna dos hospitais e edificações dedicadas à saúde, no Brasil, não são diferentes da maioria, independente do segmento: pecam por não possuir uma rede interna adequada à comunicação de dados e vídeo.

 

Veja o vídeo da Dra Joan Dzenowagis: https://vimeo.com/87536833